Em nota publicada na noite desta quinta-feira (25), a Polícia Federal afirmou que as mensagens que teriam sido extraídas de celulares de autoridades pelos supostos hackers não serão destruídas no momento. A nota diverge de posição do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que teria afirmado a autoridades atacadas que o material obtido seria “descartado”. Segundo a PF, o conteúdo do material não será analisado pela investigação em curso, e a decisão sobre o que fazer com as mensagens caberá à Justiça.
“A Polícia Federal esclarece que as investigações que culminaram com a deflagração da Operação Spoofing não têm como objeto a análise das mensagens supostamente subtraídas de celulares invadidos. O conteúdo de quaisquer mensagens que venham a ser localizadas no material apreendido será preservado, pois faz parte de diálogos privados, obtidos por meio ilegal”, diz a nota. Ainda segundo a PF, a destruição das mensagens é uma das opções ao final da investigação.
A informação de que Moro confirmara a destruição das mensagens veio por meio de uma nota do ministro João Otávio Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também teria sido alvo dos ataques cibernéticos. “O ministro Moro informou durante a ligação que o material obtido vai ser descartado para não devassar a intimidade de ninguém. As investigações sobre o caso são de responsabilidade da Polícia Federal, a quem cabe responder sobre o caso”, diz a nota publicada pelo presidente do tribunal. Sobre a suposta invasão ao seu celular, Noronha afirmou ainda que “está tranquilo” pois “não tem nada a esconder”. (Com informações da UOL).

Cadê o zangado?
Sempre tem um texto puxa saco do morro para postar
Nunca tinha visto em 60 anos de vida nenhuma autoridade querer destruir provas, o que esta acontecendo tá todo mundo louco oba oba.
O Oto esqueceu de dizer que é fogo amigo, pois a malandragem toda era bolsonaristas de carteirinha.
O Ministro é suas teorias da conspiracao. Achou que o Snowden estava hackeandoele e o Deltan
Engraçado essa investigação não afeta em nada o material recebido pelo jornalista, pois não garante que a fonte seja a mesma, alias é muito estranho que até delegado de polícia tenha permitido, que uns estelionatários manés tenham entrado no seu telefone, lendo dados de segurança, acho que a corregedoria deveria tomar providências quanto a esse desleixo absurdo. Ora, o Presidente da república? Francamente isso é, para acabar com a carreira do General Heleno (cocaína, telefone) qualquer dia o capitão leva outra facada!
Eu que só fiz um ano de direito e quase cai de costa, quando o próprio Moro veio a público dizendo que iria destruir as mensagens colhidas pelos investigados, as quais são provas do crime no processo! Será que enlouqueceu ou o que?
Hoje vejo que o Moro deveria se licenciar, porque com ele no cargo poderá minar a credibilidade de todo o Staff da investigação.
O Brasil é motivo de piadas no mundo, porque é um livro aberto de pataguadas!
Dá a impressão que o Reinaldo Azevedo pode ter razão, quando sugere que tudo isso seria uma operação Uruguai a la Color…
O operoso ministro Moro tem que decidir o que quer da vida. Quando compareceu ao Senado para falar sobre os vazamentos, afirmou que não poderia confirmar a veracidade dos diálogos, pois o Intercept não disponibilizava os arquivos para que eles tivessem a autenticidade confirmada. Agora as autoridades estão de posse dos arquivos. A se acreditar que os temidos hackers soviéticos de Araraquara tenham sido os reais informantes do site…Finalmente o ministro pode provar ao mundo que existe uma tenebrosa conspiração para acabar com a Lava Jato e que os diálogos não são verdadeiros. Uma conspiração engendrada e executada por um motorista de Uber, uma manicure e um estelionatário contumaz.