Do Uruguai campeão de 1930 até a seleção brasileira do italiano Carlo Ancelotti, em 2026. Do Maracanazo ao pentacampeonato. De Pelé a Messi. ‘O Livro de Ouro das Copas’ é um convite para viajar no tempo e explorar a história das Copas do Mundo como se estivesse em campo. O autor, jornalista Lycio Vellozo Ribas, lapidou com precisão de especialista essa obra que traz uma abordagem de cultura de almanaque com os fatos mais relevantes dos Mundiais de futebol.
O lançamento do livro está marcado para esta sexta-feira (10) no Boteco Curitiba, a partir das 18h30. O Boteco fica no bairro do Juvevê – Rua Machado de Assis, 417.
Cada um dos 900 jogos de Copas do Mundo disputados até agora será revisitado no livro, com uma linguagem envolvente e recheada de informações. Mas o livro não se limita a narrar resultados e estatísticas. Ele mergulha nos contextos históricos e culturais que cercam cada Copa. Mostra como o futebol reflete e influencia o mundo.
A obra traz com detalhes os jogos épicos, mascotes, bolas, contextos históricos que mexem com cada Copa, transformações das regras do jogo ao longo do tempo e curiosidades diversas. Tudo com muitas ilustrações, desenhos dos jogadores, fotos, infográficos, escudos, bandeiras, estatísticas e camisas das seleções para reviver a a nostalgia daqueles que deixaram a sua marca na história dos mundiais.
Além de resgatar episódios marcantes, como o surgimento de Pelé e Garrincha, as polêmicas com arbitragem, as zebras e as campanhas históricas, a obra também apresenta rankings, listas temáticas e comparações que alimentam o imaginário dos fãs. Quem foi o maior de todos os tempos? Qual seleção encantou mais? Quais os gols e defesas inesquecíveis? E quais seleções poderiam ter sido campeãs, mas não foram?
Outro ponto que alimenta a imaginação é misturar jogadores de épocas diferentes, mas que juntos têm pontos semelhantes. É possível colocar um time de pais e um de filhos para jogar? E que tal uma seleção só de baixinhos, que teria Messi, Maradona e Romário juntos? E os jogadores desprezados? Os galãs? Os grandões? Os jogadores peculiares, como o holandês Cruyff, que usava aparelhos ortopédicos até aos 10 anos e depois virou um gênio da bola.
Mais que um almanaque, ‘O Livro de Ouro das Copas’ é um convite para reviver emoções, refletir sobre o poder do futebol e celebrar a magia de um torneio que, a cada quatro anos, faz o mundo parar para sonhar junto. Uma leitura indispensável para quem ama futebol e quer entender por que a Copa do Mundo é, acima de tudo, uma linguagem universal.
Sobre o autor
Lycio Vellozo Ribas é jornalista esportivo desde 1998, ano em que começou a trabalhar no Jornal do Estado (atual Bem Paraná), Curitiba. Mas a carreira como pesquisador de informações sobre futebol começou mesmo em 1982. De posse de um álbum de figurinhas, ele acompanhou o Mundial daquele ano, sentiu-se órfão de uma seleção que jogava bonito, mas não levou o título. Aos 14 anos, redigiu e diagramou, numa máquina de escrever, um livro sobre Copas do Mundo – originais que não foram publicados, mas que serviram de ponto de partida para obra atual. A admiração por futebol também lhe rendeu outra paixão: a coleção de camisas de futebol.
