A maioria dos inquéritos instaurados nos anos de 2016 e 2017 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o deputado federal e ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG) segue inconclusos, de acordo com a edição desta terça-feira (28) da Folha de S. Paulo.
Diante da demora, os advogados do tucano começaram a argumentar na Justiça que os procedimentos têm de ser arquivados ou enviados à Justiça Eleitoral, a qual costuma ser vista como mais branda nas punições.
Aécio foi alvo de ao menos nove investigações oriundas das delações da Odebrecht, da JBS e do ex-senador Delcidio do Amaral (ex-PT).
Apenas uma delas resultou em denúncia e transformou Aécio Neves em réu, sob acusação de corrupção e obstrução de Justiça. É sobre o caso relacionado à propina de R$ 2 milhões pedida ao empresário Joesley Batista (JBS). Aércio alega que era um pedido de empréstimo.

Delcídio foi PT e ex PSDB. Aliás foi no governo de FHC, quando se montou uma “boa” diretoria na Petrobras, segundo Paulo Francis.
Delcídio foi minnistro do governo de FHC, todo poderoso da Petrobras