Uma conversa recente entre o prefeito Rafael Greca (DEM) e o deputado estadual Fernando Francischini (PSL) aproximou, e muito, dois dos principais nomes para a disputa da prefeitura no ano que vem. Em outro endereço da Praça Nossa Senhora de Salete conversam também o secretário da Justiça, Ney Leprevost, e o vice-prefeito Eduardo Pimentel.
Para retirar Francischini da concorrência, o prefeito Greca teria proposto ceder a vaga de vice-prefeito para a esposa de Francischini, a advogada e secretária-geral do PSL, Flávia. Se verdadeira a informação, Greca estaria rompendo um acordo tácito com o PP de Ricardo Barros, que esperava indicar a filha deputada Maria Victória para sua vice na chapa de reeleição.
O acordo, segundo fontes do Centro Cívico, garantiria à Flávia (e ao marido) dois anos no comando da prefeitura da capital já que Greca tem interesse (e já não esconde de ninguém) de disputar o Palácio Iguaçu em 2022, crente na hipótese de o governador Ratinho Jr. não concorrer à reeleição. Ou mesmo, se concorrer, enfrentá-lo.
A equação desenhada no Palácio 29 de Março escanteia o atual vice-prefeito Eduardo Pimentel (PSDB), porque ele tem outras opções a escolher. Uma delas é fazer voo solo na disputa pela prefeitura. Outra, mas plausível, é se aliar ao secretário estadual da Justiça, deputado Ney Leprevost, cuja força política foi comprovada na eleição de 2016, quando só foi derrotado pelo adversário Rafael Greca ao se tornar alvo de fake news nos dias dias finais da campanha.
Se confirmados estes primeiros ensaios, já seriam sete os candidatos que se apresentam para concorrer a prefeito em Curitiba em 2020: Rafael Greca (DEM, reeleição), Gustavo Fruet (PDT), Ney Leprevost (PSD), João Arruda (MDB), Luciano Ducci (PSB), Eduardo Pimentel (PSDB) e Zé Boni (PTC).

E Curitiba novamente estará nas mãos de gente que não merece o comando da cidade? Ô, saudade de Lerner prefeito…
No período eleitoral são 100 km de asfalto para ruas ensaibradas. A tática é iludir o eleitor, pois, o que não se faz durante o mandato, faz no período de campanha.
Criando o efeito de se ter mais tempo (mandato) para concluir às obras.
No entanto, o que não se faz no tempo devido, é a falta competência.