Ministro explica “falta de sorte” e Bolsonaro enaltece o nióbio

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, aproveitaram o tempo livre antes do início da cúpula do G20 em Osaka, no Japão, para mandar recados na “live” semanal aos seus seguidores nas redes sociais. O general critica parte da imprensa brasileira que, segundo ele, deturpou a expressão “falta de sorte” sobre o episódio da prisão de um sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) ter sido preso na Espanha, com 39 quilos de cocaína, às vésperas do encontro do G20. A falta de sorte, segundo o ministro, não foi a do militar descoberto com a droga, mas sim o fato de tudo “ter acontecido justamente na hora de um evento mundial”. Ele explicou, ao lado do presidente,  que o assunto “acaba tendo uma repercussão mundial que poderia não ter tido. Foi um fato muito desagradável”.

Já o presidente da República, depois de dar uma caminhada pelo comércio de Osaka, almoçar numa churrascaria e de comprar algumas bijuterias feitas de nióbio, faz propaganda do metal. O Brasil responde por 98% da produção mundial do mineral. Bolsonaro mostra na “live” uma correntinha feita com o mineral, que custou, segundo ele, “mil dólares”. “Ninguém tem reação alérgica ao nióbio”, diz. Ele mostra, ainda, duas colheres e um pingente comprados no comércio local.

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