Oficialmente, o prazo para a existência da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba termina dia 9 de setembro. Nada impediria, no entanto, que uma portaria da Procuradoria Geral da República (PGR) a estendesse por mais tempo – mas a chuva de vazamentos de mensagens que comprometeram a credibilidade do grupo chefiado pelo procurador Deltan Dallagnol pode levar Raquel Dodge a extingui-lo.
Apesar de tudo, entre os procuradores de Curitiba reina otimismo: são ainda muitos os casos em fase de investigação que aconselhariam a manutenção íntegra da força-tarefa para que os trabalhos não fossem interrompidos.
Não desconhecem, no entanto, que a atuação do MPF em Curitiba passa por um processo de descrédito e sofre pressões políticas e jurídicas poderosas – como a evidente contrariedade que desperta, por exemplo, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Celso, a Itália nunca conseguiu se recuperar economicamente da desgraça causada pela operação mãos limpas.
No Brasil é igual, com agravantes muito sérios porque Dallagnol e Moro talvez tenham sequestrado o cargo público para fazer suas próprias vontades pessoais.
O Brasil ficará no mínimo mais 20 anos em profunda crise econômica.
Escreva aí.
Vamos ficar atentos ao Conselho do MP para ver se tem seriedade em suas decisões, coisa que tem faltado ultimamente
Ficou caro manter esta patota em Curitiba.
Quem tiver dúvida de um pulo no Rio de Janeiro em que a parte da economia ligada de alguma forma à Petrobras , simplesmente acabou.
Ou em Brasilia onde o moro depois de tirar o Lula do caminho , praticamente elegeu um retardado, com desculpas aos retardados.
Como o deltan já reconheceu que os dialogos do Intercept são verdadeiros a pergunta que fica é: que que este povo fazia fora achacar testemunha ,interferir no provcesso Politico do país, fazer complô contra seus “chefes” e ganhar grana?