Fico ou não fico?

(por Ruth Bolognese) – O governador Beto Richa apresentou, até agora, apenas um argumento à falta de elegância e de semancol do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que insiste em mandar e desmandar no governo do Paraná:

1) Pede socorro ao seu chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, que põe o pijama a qualquer hora e sai falando que Beto Richa pode ficar no governo até o final;

2) Ele mesmo, Beto, diz que tende a ficar no Palácio Iguaçu até o final do mandato, como fez na entrevista ao Estadão.

Na verdade, a permanência de Beto Richa no poder tira o pirulito da boca da família Barros de chegar ao poder por meios indiretos, através da vice-governadora Cida Borghetti.

E, pior ainda para a família Barros, libera o governador para apoiar, com o poder da máquina pública e a recuperação da própria imagem, qualquer candidatura ao governo, de Ratinho Jr. a Osmar Dias.

É banho-maria que segue até abril.

1 COMENTÁRIO

  1. Não se candidata, não corre risco de perder feio, perde o tal foro privilegiado e aí sai ganhando, porque aqui na primeira instância tá jogando em casa. Vai empurrando as ações com a barriga até que tudo prescreva. E, se for o caso sempre pode arrumar uma nomeação como, sei lá… Secretário de Cerimonial, por exemplo.

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