Um Oficial de Justiça foi encarregado pela 13.ª Vara Criminal de Curitiba de intimar o réu Maurício Fanini (pivô do caso Quadro Negro) para comparecer na condição de testemunha a uma das audiências do processo referente à Operação Rádio Patrulha previstas para agosto. O agente foi até o local onde lhe disseram que Fanini residia – um endereço no bairro do Cabral. 
O Oficial, no entanto, fracassou no cumprimento da missão. Já no endereço citado, ele foi informado pelo porteiro do edifício que Fanini “está preso em alguma unidade penal”. A unidade penal que o porteio não soube dizer é o prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Fanini ocupa uma cela desde 2017. O cartório da 13.ª Vara foi devidamente certificado pelo Oficial de que não conseguiu “intimar e advertir” a testemunha.
Em tempo: Fanini estará de volta ao endereço de sua residência familiar dentro de um mês, após cumprir tempo de prisão mais curto, conforme previsto no acordo de colaboração que firmou com o Ministério Público Estadual. A colaboração permitiu aos investigadores avançar no esclarecimento do esquema de desvio de recursos públicos na construção e reforma de escolas, envolvendo até o ex-governador Beto Richa.

Desnecessário queimar o porteiro.
Acho q não leu:o oficial de justiça consultou o porteiro.
O oficial de justiça foi competente e tentou cumprir o mandado no endereço indicado.Ha pessoas q gost de fazer críticas destrutivas:em geral,são pessoas q trabalham dentro de uma sala,com ar condicionado,poltrona confortável e secretárias fazendo o trabalho mais pesado:não sabe o q nós, oficiais de justiça,enfrentamos,na rua,no dia a dia.
O oficial da Justiça Federal não é um estagiário. Ele é um bacharel em direito, muitas vezes pós-graduado e falante de um ou mais idiomas estrangeiros. O que ocorre é que ele é mandado – daí o nome da ordem judicial – cumprir a ordem judicial em determinado endereço – aquele que consta no mandado. Assim, por mais qualificado, culto e bem informado que seja, ele deve diligenciar no endereço indicado na determinação que recebeu. Sugiro ao leitor que criticou se informar melhor sobre as atribuições de cada agente público – para o bem de todos.
isto é Brasil, um país “babelesco”. Nossa justiça é a mais cara do mundo!!!! deve ser algum estagiário, desculpe nossa falha técnica.A próxima vez consultem o porteiro, quiçá seja mais diligente.
É brincadeirinha né?