Fontes da prefeitura de Curitiba repetem a versão oficial: a exoneração de Marcelo Richa, filho do governador, do cargo de secretário de Esporte Lazer e Juventude (Smelj) é apenas “provisória” e o afastamento temporário se deu a pedido dele para atender a compromissos pessoais. Não poderia tirar férias neste curto período (de 10 a 21 de julho) pois ainda não tem direito a elas por não ter completado um ano de serviço. Deve voltar ao batente dia 21, dizem as fontes.
Desmentem categoricamente de que a repentina exoneração tenha sido fruto de qualquer “arranhamento” nas relações políticas entre o prefeito Rafael Greca e o governador Beto Richa. Muito menos entre suas respectivas esposas. O resto é especulação, dizem.
Tomemos como verdadeira a versão e esperemos o dia 21.
De qualquer forma, o caso de Marcelo é raro na administração pública. Em situações assim, ou o secretário de confiança sai do cargo informalmente, com a simples aquiescência do superior, ou requer licença sem vencimentos. Exoneração temporária, com data marcada para a renomeação, é completamente inusual.
