As maiores construtoras brasileiras, que estiveram no centro da Lava-Jato, encolheram drasticamente em curto espaço de tempo. Do auge, em 2015, a receita líquida do grupo que inclui Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, UTC e Constran caiu 85%, de R$ 71 bilhões para R$ 10,6 bilhões em 2018, segundo levanta publicado nesta segunda-feira pelo jornal Valor Econômico. O OAS, a segunda maior empreiteira do país, ainda não publicou seu balanço.
Um milhão de vagas de emprego foram perdidas desde o auge da Operação Lava Jato, em 2015, o que significa mais de 40% da força de trabalho empregada no setor da construção pesada desde então. A dúvida dos analistas é se as empresas ainda terão condições de sobrevivência a curto e médio prazos, já que não há sinais de reativação de grandes obras no setor público.

Empresários ladrões e corruptores tiveram e terão ainda o que merecem – o resto é falta de mortadela e coxinha! O país do Craque Café se tornou o país do crack branco. Que país é esse?
É o que todo mundo dizia para esse tal de Moro desde o começo, prenda os bandidos mas não envolva as empresas nessa questão de corrupção, mas parece que ele fazia questão de envolve-las seguindo ordens de alguém e agora as nossas construtoras que disputavam mercado no mundo todo estão encolhidas sem reação por imaturidade de um juiz em busca de cargo e fama e que acabou desempregando milhões de pessoas.