A desimportância de Huck

(por Ruth Bolognese) – A imprensa deu importância demais para essa bobagem que foi a especulação da candidatura Luciano Huck à Presidência. O marido da Angélica é o ápice de um elemento sempre presente na política: um idiota qualquer acorda de manhã e diz que o sonho dele é ser Presidente da Republica, ou Governador.

Se tiver um partido nas mãos, fica mais fácil. Do contrário, sai cumprindo uma agenda de mentirinha, com encontros aqui e acolá e a imprensa, tão idiota quanto, se vira nos 30 para cobrir o “pré-candidato”. E dá-lhe declarações sobre o nada com coisa nenhuma.

Essas pseudo-candidaturas só têm um resultado prático: mostrar o quanto nós, brasileiros, somos seres apolíticos, ingênuos e sempre dispostos a olhar a celebridade do momento com reverência.

Às vezes até dá certo e a picaretagem sai sempre vitoriosa: Fernando Collor de Melo que o diga.

1 COMENTÁRIO

  1. Ainda sobra Rodrigo Faro, Faustão, Ratinho papi, Silvio Santos, Emilio Pânico, Valdirene Marchiori, Willian Waack, Mirian Leitão, Edir Macedo, Pastor Fininho, e as meninas do Faustão.
    Um circo ou uma zona?

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