Desde início do novo protocolo, 19 pessoas foram internadas involuntariamente

Em janeiro, 19 internações involuntárias de pessoas em situação de rua, a maioria depois de atendimento em serviço de urgência, foram realizadas em Curitiba. Com muita responsabilidade, critérios técnicos e transparência, a Prefeitura está conduzindo o trabalho intersetorial de atenção a pessoas em situação de rua que necessitam de internação involuntária por colocar a própria vida em risco. 

A primeira internação involuntária que teve como base a nova norma, no dia 9 de janeiro, foi conduzida por abordagem da equipe do Consultório na Rua, quando a médica do serviço entendeu que a mulher atendida colocava a própria vida em risco, precisava ser estabilizada e receber tratamento adequado em serviço de Saúde.

A ação dos órgãos da administração municipal é baseada na portaria conjunta nº 2, de 19 de dezembro de 2025, norma da Prefeitura de Curitiba que atualizou os critérios de atuação em situações críticas em que a internação involuntária pode ser acionada.

Linha de cuidado

A secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak, detalha as ações desencadeadas pelas equipes de saúde para estabilizar e tratar as pessoas em situação de crise aguda e em vulnerabilidade, seja pelo uso de substâncias ou por transtornos mentais, e destaca a força do trabalho intersetorial.

“A Prefeitura montou um time técnico de todas as áreas para discutir e definir o cuidado desses pacientes. É uma câmara de governança que reúne todas as secretarias e a nova norma é fruto de amplo debate entre os técnicos da Prefeitura, que estão no dia a dia da política pública de atenção às pessoas em situação de rua”. explica Tatiane Filipak.

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