O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato,procurador federal Deltan Dallagnol, teria montado uma espécie de “plano de negócios” de eventos e palestras para lucrar com o reconhecimento obtido durante as investigações, de acordo com mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil, analisadas em conjunto com o jornal Folha de S. Paulo, e publicadas neste domingo (14).
Em uma conversa no fim de 2018, Deltan e um colega da Lava Jato teriam discutido a formação de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, a fim de evitar questionamentos legais.
Deltan fala sobre o assunto com a mulher, em um dos supostos diálogos revelados. “Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok? É um bom jeito de aproveitar nosso networking e visibilidade”, escreveu.
Após discussões sobre os possíveis formatos do negócio, em fevereiro deste ano, Deltan propôs que a empresa fosse aberta em nome das mulheres dele e do procurador Roberson Pozzobon, conhecido como Robito.
A lei proíbe que procuradores gerenciem empresas e as autoridades apenas podem ser sócios ou acionistas.
“Só vamos ter que separar as tratativas de coordenação pedagógica do curso que podem ser minhas e do Robito [Pozzobon] e as tratativas gerenciais que precisam ser de Vcs duas, por questão legal”, diz uma das mensagens.
Em seguida, Deltan alertou para a possibilidade de a estratégia levantar suspeitas. “É bem possível que um dia ela [Fernanda Cunha, da Star Palestras] seja ouvida sobre isso pra nos pegarem por gerenciarmos empresa”, afirma
Pozzobon então comenta: “Se chegarem nesse grau de verificação é pq o negócio ficou lucrativo mesmo rsrsrs. Que veeeenham”.
A Folha de S. Paulo não encontrou registros de empresas abertas na Junta Comercial do Paraná e em cartórios de Curitiba em nome das mulheres dos procuradores.
À reportagem, Deltan Dallagnol justifica que realiza palestras para promover a cidadania e o combate à corrupção e que esse trabalho ocorre de maneira compatível com a atuação no Ministério Público Federal (MPF). Ele e o procurador Roberson Pozzobon reiteram ainda que não abriram nenhuma empresa.

Ganhar dinheiro com palestra não é crime, ainda mais se tratando deste competente procurador chefe, maior ALGOZ do crime organizado e da CORRUPÇÃO.
Quando o princípio de honestidade chegou ao fundo do poço quando um poder”oso” político disse: não existia alguém mais honesto e está cumprindo pena.
A luta não cessa contra o crime organizado, prova disto são escutas clandestinas dos aparelhos de procuradores, com intuito de saberem seus passos, suas ações contra o crime, para possibilitar reações em tempo de articularem suas defesas.
Tentou trazer para sua associação 2, 5 bilhões de forma “honesta” com apoio do moro é da juiza copia e cola.
Aha, Uhu!! O Fachin é nosso!!
Aha, Uhu! Dalanol é Moro é dos nossos né Eduardo Cunha?
Caraca.. “teria montado” ou montou?
Pra quem fez um powerpoint cheio de oportunidade de palestras e lucrou com ele , escalonar os lucros e uma obrigação
Por aí vemos a qualidade de nossos servidores público
A corrupção está no nosso DNA.
pois é …
o negócio é levar vantagem em tudo ! A lavajato e o leva jeito pra paladinos da justiça de fechada !
Que esse cara faz tudo por dinheiro já sabíamos e só não sabia os manés que procuram heróis para saciar sua vingança contra Lula e o PT., quem foi capaz de comprar casas do BNH para revender direcionadas a pobres para obter lucros é capaz de tudo, qual é surpresa nessas palestras o qual ele diz que tem que se aproveitar o momento de fama para tirar uma vantagem e ter lucros.