Bolsonaro afrouxará obrigações fiscais de igrejas

Depois de um semestre marcado por atritos e insatisfação com o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a bancada evangélica no Congresso Nacional conseguiu fazer com que o chefe da Nação se tornasse fiador de um pacote que deve flexibilizar as obrigações de igrejas perante o Fisco.

Em reunião no Palácio do Planalto em maio, com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro estabeleceu prazo de dois meses para o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, atender a solicitações de parlamentares que contestam multas cobradas de entidades religiosas.

A proposta já conseguiu duas vitórias parciais: o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias. A informação é do jornal carioca Extra.

 

3 COMENTÁRIOS

  1. O Capitão Messias é ungido. Irmão dos irmãos. Um cristão que vai nos livrar do comunismo. O Brasil não para de crescer. Fé em Deus e no Captain Fantastic, o escolhido pelo Criador para nos salvar! Aleluia Capitão! E borduna nos comunas! Deus, Pátria e Família. In Moro we Fux!

  2. Tirar dos aposentados e dar aos supostos evangélicos. A indústria e o comércio da fé é o setor que mais cresce, basta ver arrecação, patrimonio, templos, etc. DAR A CÉSAR O QUE É DE CESAR. DEUS É DONO DO OURO E DA PRATA

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