Após facada, Bolsonaro cresce na pesquisa e vai a 30%

A primeira pesquisa realizada após o atentado sofrido pelo candidato do PSL Jair Bolsonaro na última quinta-feira, em Juiz de Fora, indica que ele chegou a 30% das intenções de voto. O levantamento foi realizado pela FSB Pesquisa, contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.

Após facada, Bolsonaro cresce na pesquisa e vai a 30%O estudo teve 2.000 entrevistas em todo o país, nos dia 8 e 9 de setembro (sábado e domingo). A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-01522/2018. Leia a íntegra do relatório.

Em 2º lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 12% —que na realidade está empatado tecnicamente na margem de erro com os 3 candidatos que vêm a seguir, todos com 8%: Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Quando o presidente Lula é cotado para o cargo no cenário espontâneo, ele aparece com 12% das intenções de voto. Neste cenário, Jair Bolsonaro (PSL) continua liderando com 26%.

Ciro Gomes se mantém logo atrás do petista e pontua 7%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e João Amoêdo (Novo) seguem empatados com 3%.

A pesquisa também sondou quais eleitores que votariam, com certeza, no ex-presidente Lula e poderiam transferir o voto ao ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. 63% afirmaram que não votariam de jeito nenhum, enquanto 20% disseram votar com certeza. 12% apontam que poderiam votar e 4% ainda estão indecisos.

Ao serem questionados sobre os candidatos que não votariam de jeito nenhum, os entrevistados apontam Marina Silva como a mais rejeitada, com 64%. Em seguida, Alckmin aparece com 61%.

Fernando Haddad e Henrique Meirelles aparecem empatados, ambos com 52%. Entre os nomes testados, Ciro Gomes e Bolsonaro aparecem com 51%.

Todas as pesquisas mostram que boa parte da população ainda não tem candidato. O levantamento do BTG perguntou quem vai comparecer com certeza no dia da eleição. 74% confirmaram que com certeza irão votar e 13% disseram que provavelmente irão. Em contrapartida, 7% disseram que com certeza não irão votar e 3% dizem ainda estar indecisos.

Após facada, Bolsonaro cresce na pesquisa e vai a 30%

 

 

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