Vereadores falam de intolerância religiosa na Câmara de Curitiba

COMPARTILHE:
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp

Os vereadores de Curitiba Osias Moraes, Ezequias Barros, Sargento Tânia Guerreiro, Pastor Marciano Alves divulgaram nota de esclarecimento sobre casos de intolerância religiosa na Câmara Municipal.Eles afirmam, na nota, que a intolerância religiosa parte do vereador Renato Freitas.

Eis a íntegra da nota:

“Em respeito a todos os cidadãos de bem e a liberdade democrática nos pronunciamos através desta nota.

Acontece que membros da bancada evangélica da Câmara Municipal de Curitiba estão sofrendo constantes ataques preconceituosos, calúnias, difamação e intolerância religiosa do vereador Renato Freitas (PT) em diversas ocasiões desde início das sessões plenárias. A gravidade das constantes ofensas exigiu a representação formal contra toda intolerância religiosa.

Infelizmente o vereador autor dos insultos e ataques discriminatórios está espalhando aos apoiadores Fake News de que está sendo vítima de racismo, porém, a verdade é que trata-se de preconceito religioso do agressor que se faz de vítima.

Foram diversos vídeos publicados por Freitas, intervenções durante sessões plenárias, lives e comentários durante transmissões ao vivo, em que ele compartilha falsas acusações e manifestos de clara intolerância com as religiões dos Vereadores. Utiliza-se de trocadilhos para difamar e ridicularizar os pensamentos religiosos e espirituais. São agressões gratuitas, as quais extrapolam o limite da imunidade, incidindo na quebra de decoro parlamentar por reiteradas práticas incompatíveis com exercício do mandato.

Comprovando a conduta do petista, estão registradas nas notas taquigráficas da Casa Legislativa, uma amostra entre outras frases, as seguintes:

“Se você caminha ao lado do pai da mentira, não precisa eu dizer para vocês quem vocês são”.

“A crise para vocês dá lucro…”

“Essa bancada conservadora dos pastores trambiqueiros não estão nem aí para a vida, só pensam no seu curral eleitoral bolsonarista, infelizmente”.

Nenhum parlamentar pode esconder-se em sua imunidade de fala, opinião e voto para insultar, ofender a dignidade – seja de outro parlamentar, seja do povo, de terceiros ou de instituições, como têm sido reiteradas vezes. O parlamento não pode ser usado para ofensas, mas para o livre debate de ideias, mesmo em discussões fervorosas. Atitudes indecorosas de um parlamentar, traduz uma nítida falta de respeito à própria dignidade do Poder Legislativo. A liberdade de expressão e de discurso parlamentar é uma proteção para o livre exercício do mandato, porém não lhe dá o direito de desqualificar, acusar e desonrar seus pares de ofício como também a sociedade.

Dessa forma, em defesa da fé e em respeito à todos os cristãos e à sociedade, a bancada evangélica objetiva que seja apurada a violação do decoro e da ética que regulam, orientam e que são de observância obrigatória de todos os Vereadores eleitos para que manifestações carregadas de ódio e desproporcionalidade não mais aconteçam.

A conduta do Representado expõe esta Casa e seus Parlamentares ao descrédito e a desvalorização da democracia, bem como dos princípios da República. A lei é para todos e assim deverá ser aplicada.

O que se pede é Respeito aos Cristãos!”

Assinam a manifestação acima, os vereadores Osias Moraes, Ezequias Barros, Sargento Tânia Guerreiro, Pastor Marciano Alves.

Deixe uma resposta