(por Ruth Bolognese) – O prefeito de Toledo, Lúcio de Marchi, decretou Estado de Emergência em todo o município diante dos problemas causados pela greve dos caminhoneiros. A decisão contraria a orientação do Palácio Iguaçu, que vem tentando passar a imagem de normalidade em todo o Estado.
Eis o texto da parte principal do decreto:
Art. 1º – Fica declarada situação anormal, caracterizada como “Estado de Emergência”, no âmbito de todo o território do Município de Toledo, diante das consequências administrativas, materiais, de desabastecimento de materiais (combustíveis, insumos, alimentos e outros), operacionais e financeiros, geradas pela paralisação dos motoristas e transportadores de cargas, em todo o Brasil, que ocasionaram a interrupção do fornecimento de diversos produtos e serviços essenciais à manutenção de ações, programas e serviços públicos municipais, em todas as áreas.
Art. 2º – Fica constituído “Comitê de Gestão de Crise”, que realizará o levantamento de todas as consequências e impactos da aludida paralisação e desabastecimento, no âmbito dos serviços municipais prestados à população, e apontará medidas de contenção de consumo, identificação de necessidades emergenciais e medidas de controle e monitoramento racional do uso de recursos materiais, operacionais e humanos, afetados pelo aludido evento, durante a vigência do presente Decreto.

Ah pode apostar que o prefeito e prefeitura vai aprontar alguma. Vão aproveitar pra saquear os cofres públicos? Quando se secretaria emergência mudam as regras de compras de produtos e serviços, só duas razões fazem um prefeito decretar estado de emergência, a coisa tá muito feia, ou a coisa vai bem, mas é a oportunidade de meter a mão! Considerando o tamanho e as condições de se virar que a desenvolvida cidade possui….voto na segunda opção…. é o tipo de coisa que político brasileiro faz, basta uma chuvinha é um alagamento já decreta emergência e dá-lhe roubo!