Suspenso fornecimento de água em 55 bairros de Curitiba e São José dos Pinhais por suspeita de contaminação

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) suspendeu nesta terça-feira (15)o abastecimento de água em 55 bairros de Curitiba e de São José dos Pinhais, atingindo cerca de 900 mil pessoas.  Isto porque foi encontrada uma anomalia na água do Rio Iguaçu. O problema foi identificado na noite dessa segunda-feira (14) e a Sanepar iniciou Protocolo de Atendimento a Emergências Ambientais, buscando auxílio do Instituto Água e Terra (IAT) para identificação da fonte de contagio.

O possível contágio aconteceu no canal de água limpa que serve de captação para a Estação de Tratamento de Água (ETA), a maior da Região Metropolitana, com capacidade de produção de até 3,6 mil litros por segundo.

Com a interrupção no fornecimento, a Sanepar impediu que houvesse queda na qualidade da água distribuída. A empresa realiza testes de qualidade nas ETAS a cada meia hora e os testes realizados na ETA Iguaçu identificaram elevada turbidez com índices de qualidade abaixo do padrão adotado pela Companhia.

Os bairros afetados em Curitiba são: Água Verde, Guaíra, Parolin, Prado Velho, Rebouças, Fanny, Boqueirão, Capão Raso, CIC, Fanny, Fazendinha, Hauer, Lindóia, Novo Mundo, Pinheirinho, Portão, Santa Quitéria, Seminário, Vila Izabel, Xaxim, Fazendinha, Cabral, Juvevê, Hugo Lange, Alto da Glória, Centro, Jardim Social, Bacacheri, Alto da XV, Batel, Cajuru, Uberaba, Bigorrilho, Campo Siqueira, Vila Izabel, Barrerinha, Ahú, Boa Vista, São Lourenço, Abranches, Bom Retiro, Mercês, Pilarzinho, São Francisco, São Lourenço, Vista Alegre, Cascatinha, São João e Centro Cívico.

Em São José dos Pinhais foram afetados os bairros: Guatupê, Jardim Ipê, Cidade Jardim, Jardim Cristal, Ipê e Academia.

2 COMENTÁRIOS

  1. Desde o início do racionamento de água, no meu bairro temos água dia sim-dia não, mas a fatura não diminuiu o esperado.
    Pra Sanepar é conveniente ficar como está.
    Ministério Público e Assembleia Legislativa deveriam fiscalizar isso: se realmente as reservas dos mananciais demandam o racionamento como está ou se pode ser flexibilizado, e fiscalizar também se a cobrança de água e esgoto nas faturas, pois eram para reduzir proporcionalmente ao racionamento, o que não ocorre.
    Mas, isso é Brasil, onde a desonestidade impera.

  2. Qual a contaminação? É física? É química (Deus nos livre!)? É físico-química? Em um país sério o governador Ratinho, que é o gestor máximo da empresa, explicaria tudo para a população. Estamos esperando.

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