Os três senadores do Paraná – Oriovisto Guimarães (PSDB), Flávio Arns (PSB) e Sergio Moro (União Brasil) – endossaram o pedido de concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentado no Supremo Tribunal Federal (STF), com o argumento de que o estado de saúde dele é grave e incompatível com a manutenção da custódia na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília.
No documento, idealizado pelo senador Wilder Morais (PL-GO), encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, os parlamentares afirmam que Bolsonaro apresenta um quadro clínico “grave, complexo e progressivamente agravado”, com múltiplas enfermidades de natureza cardiovascular, digestiva, renal, respiratória e metabólica, parte delas decorrentes das sequelas permanentes do atentado sofrido em 2018.
Quarenta e um senadores já assinaram o pedido.