Seis dias após ser nomeado titular da Secretaria de Imprensa pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), o jornalista Paulo Fona foi exonerado nesta terça-feira (13) do cargo. A decisão pegou o próprio jornalista de surpresa: “O desafio era imenso, sempre soube, mas esperava maior profissionalismo, o que não encontrei. Em todos os governos que passei, de diferentes partidos – MDB, PSDB e PSB –, sempre trabalhei com o objetivo de tornar a comunicação mais ágil, eficiente e transparente, e leal às propostas da gestão”.
Fona foi chefe de Comunicação do Governo do Distrito Federal (GDF) nos governos de Joaquim Roriz e de Rodrigo Rollemberg. Com a derrota do socialista nas urnas no ano passado, Paulo Fona acabou nomeado assessor parlamentar júnior na liderança do PSB no Senado. Entre 2007 e 2009, atuou como secretário de Comunicação e porta-voz do governo do Rio Grande do Sul, durante o mandato de Yeda Crusius (PSDB).
Em nota, o jornalista disse que foi convidado para assumir a Secretaria de Imprensa no mês passado e alertou o Palácio do Planalto do “meu histórico e minha postura profissional e a intenção de ajudar na melhoria do relacionamento com a mídia em geral”.
“Construí minha carreira profissional com meus próprios méritos e defeitos. Obrigado a todos os jornalistas que me acolheram de maneira calorosa e esperançosa de que o relacionamento mudaria”, agradeceu, no fim do texto.

Quando se tem um presidente que fala sem dar conta do que está falando, não existe o papel da comunicação institucional e a ignorância com arrogância prevalece. A diplomacia brasileira deve estar vivendo a maior turbulência de sua história. Deixa de atender uma autoridade da frança e vai cortar o cabelo, despreza recursos para combater o desmatamento da amazônia. O próprio presidente com essas atitudes, deprecia a imagem do Brasil já muito deteriorada pelo PT