O vereador Dalton Borba (PDT) quer vedar, por lei, o nepotismo para cargos em comissão e servidores efetivos que ocupem funções gratificadas na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). O projeto de lei prevê a proibição de “nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada”.
O texto da proposta ainda prevê a proibição “quando existirem circunstâncias caracterizadoras de ajuste para burlar as restrições ao nepotismo, especialmente mediante nomeações ou designações recíprocas, envolvendo órgão ou entidade da administração pública”. Na justificativa, Dalton Borba explica que o nepotismo é “a prática de proteger um afilhado, independentemente de seus méritos e competências. Trata-se de prática que subverte a distinção público/privado, na medida em que incute no âmbito do poder público, afeiçoamentos de ordem familiar”.
O projeto de lei ainda inclui na vedação as contratações “para atendimento a necessidade temporária de excepcional interesse público” e de estagiário. Em ambos os casos, exclui-se a hipótese de “quando a contratação tiver sido precedida de regular processo seletivo, que assegure a moralidade, a transparência administrativa, e a legitimidade do princípio da isonomia”.
Não se enquadra nas proibições a nomeação de “cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, para o exercício de função em cargo típico de agente político” – considerando “agente político o mais alto cargo na estrutura administrativa, logo abaixo do Presidente da Câmara”. Mas é necessário que o nomeado “tenha comprovada aptidão técnica para exercício da função, vedada a nomeação pela simples relação de parentesco”.

Super apoiado.
Curioso que tal lei já não existe
Penso que poderia haver espaço para trabalho voluntário, tipo a esposa do sr Dalton, se enfermeira e quiser partilhar seu conhecimento, na secretaria da saúde, 6h/ semana, pode trabalhar lá em regime especial de voluntariado.
Mas tem que ser um parágrafo bem claro, senão vira brecha legal para sem vergonhice, doação, voluntariado, nada de prestação de atividade por empresa sem. Fins lucrativos, pois raro estas não lucram, qua do se trata de certas pessoas no comando
Então o primeiro q vai cair é o comissionado Paulo Palácios – marido da procuradora geral do município – que está lotado no gabinete do Vereador Sérgio do Posto