Procuradora pede cassação de Nelson Justus e Cida

O deputado Nelson Justus também entrou na dança do Ministério Público Eleitoral, que ingressou no TRE com uma uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) sob acusação de abuso de poder político. Também o filho dele, o prefeito de Guaratuba, Roberto Justus, o vice Jean Colbert Dias e o candidato a deputado federal Edenilson Rossi (não eleito) estão citados na ação que pede a cassação da diplomação e a inelegibilidade de todos por oito anos.

A ação foi proposta pela mesma procuradora, Eloisa Helena Machado, que pediu a cassação do diploma e a inelegibilidade do deputado federal Fernando Francischini, eleito estadual no mês de outubro passado. Contra ele a acusação é de ter usado suas páginas nas redes sociais, no mesmo dia da eleição em primeiro turno, para fazer afirmações (que se revelaram falsas) de que urnas tinham sido fraudadas e adulteradas, ao mesmo tempo que fazia propaganda ilegal em favor de sua própria candidatura.

O caso de Nelson Justus acabou envolvendo também a governadora Cida Borghetti, ameaçada de receber as mesmas penas dos demais. Cida participou de um evento em Guaratuba convocado para debater diretrizes. No entanto, o local do evento estava forrado de faixas, adesivos e panfletos de propaganda política, o que, no entendimento da Procuradoria Eleitoral, caracterizou abuso de poder político.

Tudo começou quando a prefeitura de Guaratuba, valendo-se da “máquina pública municipal” convocou reunião para para promover a candidatura de Nelson Justus (pai do prefeito Roberto Justus) e de Edenilso Arnaldi, com menções à também candidata à reeleição ao governo, Cida Borghetti. “Sob o pretexto de conversarem sobre as diretrizes da cidade, a prefeitura convidou os comerciantes do município para uma reunião que, na verdade, teve como objetivo exclusivo enaltecer os candidatos apoiados às eleições de 2018”, diz a Ação.

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