PF combate contrabando de cabelo em Foz do Iguaçu

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A Polícia Federal deflagrou a operação “Baalon” para desarticular um grupo criminoso que atuava em Foz do Iguaçu, especializado em realizar importação irregular de cabelos de origem estrangeira para posterior revenda em território nacional.

Sete ordens judiciais (mandados de busca e apreensão), expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba, estão sendo cumpridas em Foz do Iguaçu, Curitiba, São Paulo e Araçatuba.

As investigações tiveram como foco um grupo criminoso, parte dele composto por pessoas de origem indiana, voltado a realizar importação irregular de cabelos humanos. As mercadorias, quando não eram subfaturadas por meio de processos de importação realizadas por empresas brasileiras, eram irregularmente internalizadas por meio da fronteira com o Paraguai, com supressão parcial ou total de tributos que incidiam na operação de importação (crime de descaminho).

Percebeu-se que as pessoas interessadas em adquirir essas mercadorias (clientes brasileiros que trabalham com o comércio de cabelos humanos) realizavam os respectivos pagamentos por meio de contas bancárias de terceiros.

Para que o grupo criminoso conseguisse realizar o pagamento de seus fornecedores estrangeiros, os reais recebidos no Brasil eram então convertidos em dólares. A conversão em moeda estrangeira ocorria com a remessa física de reais em espécie para o Paraguai ou por meio de contato com algum operador financeiro, que disponibilizava o valor em dólar via sistema internacional de compensação paralelo, sem registro nos órgãos oficiais, conhecido por dólar-cabo.

1 comentário em “PF combate contrabando de cabelo em Foz do Iguaçu”

  1. Perder os cabelos e comprar de onde é quem quiser… Sério isso?

    Bom, a sociedade de psiquiatria devia subir nos tamancos hoje

    Um voluntário da coronavac se matou, cometeu suicídio, tirou a própria vida, faleceu por causa auto infligida

    De o nome que quiser

    Será q os médicos podem decidir se o suicídio é um efeito de uma doença? Ou uma simples decisão?

    Porque um vacinado que desenvolve depressão, ansiedade, ou doença, mental grave e incontrolável que o leva a desistir de viver não é considerado efeito adverso grave?

    Tipo estranho não? Será que a sociedade de psiquiatria não deveria proteger as pessoas? Será q não devem analisar se uma vacina não tem a capacidade de alterar as relações e concentrações químicas no cérebro?

    Eu sou das matemáticas, mas se eu fosse das biológicas eu ia pedir para suspender a vacina e investigar se ela pode levar um ser humano à vontade de tirar a própria vida, a menos que, como médica eu concluísse que quem tira a vida faz isso numa boa, absolutamente saudável e de decisão consciente!!!

    Se suicídio é compreensível, aceitável, vamos acabar com o setembro amarelo lo e com as prescriçoes coes de remédios para combate a esta falta de vontade para a vida
    De acordo?

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