Novo ministro da Educação é professor no Positivo

O reitor da Universidade Positivo, José Pio Martins, está feliz com a indicação do professor Ricardo Vélez Rodríguez para o cargo de ministro da Educação, anunciada nesta quinta-feira (22) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. Segundo Pio Martins, a escolha “privilegia o conhecimento e a vontade de melhorar a educação brasileira em todos os níveis”. A universidade faz parte do grupo que teve entre seus fundadores o senador eleito Oriovisto Guimarães (Podemos).

Pio Martins lembra que o novo ministro é professor da Faculdade Positivo de Londrina há quatro anos, lecionando as disciplinas de História do Direito, Teorias da Justiça e Filosofia, nos cursos de graduação em Direito e Administração.

Formado em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana, Teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá e doutor em Filosofia pela Universidade Gama Filho, Rodríguez é pós-doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, de Paris, e professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

2018-11-26T09:49:27+00:00 23 novembro - 2018 - 14:50|Brasil, Paraná, Política|6 Comentários


6 Comentários

  1. Ugh 23 de novembro de 2018 em 16:03 - Responder

    Bom mas saber…

    Uma vez vi uma reportagem que o grupo queria fazer do positivo a Harvard brasileira

    Assim vai passar longe hein seu Pio! Pois diga-me quem contratas e te direi onde tua firma vai parar

    Já sei onde não matricular a criançada em hipótese alguma, pois aprovar esse ministro e aprovar doutrinação a alienação e em se tratando de filosofia, isso é agravante.

    Aproveitando que o pio é super culto, ele não pode traduzir aquela fala maluca do colombiano pra nós, jumentos brasileiros?

    Outra pergunta: o Sr pio também janta com francischini, vulgo espancador de professores? Tal como fez oriovisto?

    Sinto vergonha dos meus filhos terem feito um ou outro ano no positivo

  2. Francisco 23 de novembro de 2018 em 16:13 - Responder

    Muita titulação… mestrado… doutorado… pós-doutorado… já foi gestor de alguma coisa? Não sei, não! Se ainda tivesse sido indicado o presidente do Instituto Ayrton Sena…

  3. pedro josé 23 de novembro de 2018 em 16:15 - Responder

    Escreveu trinta livros. E daí? Muita teoria e pouca prática. Vamos torcer para dar certo.

  4. Leitora 23 de novembro de 2018 em 16:41 - Responder

    Francisco está certo, embora o mozart tem pós doutorado também, em química, toda vida trabalhou muito…. muito exoeriente,
    e não fala besteira como esse colombiano

    Intrigada pensando pq alguém vai a Paris estudar sociologia e nao opta por Sorbonne?

    Sorbonne admitiu Raymond para dar aulas somente depois de 20 anos da conclusão dos estudos e por recomendação de Charles de Gaulle. E, exatamente como costumam fazer os pentecostais, Aaron revoltadinho fundou sua própria igreja e saiu de Sorbonne: o instituto Raymond Aaron, onde esse moço estudou. … Estudou e aprendeu pelo visto pq as falas são as mesmas de quem usa como livro de cabeceira o ópio dos intelectuais…

    Que falta faz a boa escola e o professor que ensine a pensar, pesar, deduzir.

  5. Buh 23 de novembro de 2018 em 16:43 - Responder

    Se Não precisamos de um ministro de esquerda, muito menos mesmo, precisamos de um retrogrado de direita.

    Control z no colombiano.
    Control v no mozart

  6. Ricardo R 23 de novembro de 2018 em 20:21 - Responder

    Ouvi no “É da Coisa” hoje mesmo: Reinaldo Azevedo, parafraseando Roberto Campos, disse que esse colombiano “não corre o menor risco de dar certo”. Acho que acertou na mosca.

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