Na volta para casa, ônibus não obedecem as regras

Por insistência dos empresários, a prefeitura autorizou a reabertura do comércio em Curitiba, embora, segundo sua versão, nunca tenha determinado o fechamento como estratégia de prevenção ao contágio da população pelo Covid-19.

A reabertura se deu sob regras baixadas pelo município: nas lojas, fregueses e funcionários não deveriam se aproximar uns dos outros a menos de 1,5 metro. Não seria permitida presença superior a uma pessoa a cada 9 metros quadrados da área de atendimento. Filas teriam de ser organizadas do lado de fora se houvesse mais gente querendo entrar. Aplicação de álcool em gel nos clientes foi dada como obrigatória, assim como o uso de máscaras E assim por diante…

Digamos, teoricamente, que as coisas tenham funcionado assim perfeitamente, com o devido distanciamento social recomendável. Mas daí veio a hora da verdade: quando todos foram pra casa, comerciários, prestadores de serviços e público em geral foram pegaram ônibus do transporte coletivo fiscalizado pela prefeitura superlotados – um passageiro a cada meio metro, maioria sem máscaras, sem álcool… Reproduziram-se, então, cenas documentadas em fotos como esta:

Na volta para casa, ônibus não obedecem as regras

1 COMENTÁRIO

  1. Ontem no água verde, na av dos Estados o que se viu foi o mundo como ele é…. Nenhum ser vivo de máscara, nem o comércio, né a classe média perambulando

    Pensando cientificamente, o hospedeiro ficou quieto em casa por um mês, então o parasita não conseguiu abocanhar ninguém, logo…. Ali não nenhum doente então não tem nada para transmitir…

    Só que, nunca se sabe…

    E bem, nossos eng da computação da pref estão a toa em casa enquanto devia estar junto com a iniciativa privada lutando no mapeamento, ainda que caseiro ( não há nada de pejorativo em fazer as coisas em casa).

    Nao precisamos de uma plataforma de stanford para mapear. Era só chamar alguns nego do ippuc, alguns dos cursos de geoprocessamento das faculdades todas, alguns do curso d estatística e todos, mas todos pacientes serem. Lançados no sistema de localização…

    Nao precisa do CPF do nego com covid, só o endereço sem exata precisão, com erro de 50 ou 100 metros, e estes lançamentos gerarem mapas…

    Jesus é tão óbvio que chega a doer os ossos imaginar que a prefeitura não liderou tal coisa. Hj eu fazia almoço e passava o lindo caminhão da empresa atual, varrendo e lavando minha rua! Oras bolas, não seria o caso de a minha rua continuar com folhas no meio fio e o caminhão estar ajudando na limpeza das possíveis regiões com infestação?

    E olha Greca, o sr não precisa inventar a roda. Divulgue e apoie a iniciativa “todos contra o covid” ontem vi que estava escandaloso o envolvimento da celepar falsamente trabalhando no mapa, quando eram só uns espinhentos (moro que usa esse adjetivo para qualificar eng de software) jovens trainees e alguns profissionais.

    Me causa espanto que utfor, positivo, tuiuti, PUC, e outras com bons cursos de eng e ciência da comput não se mexeram par buscar soluções, mostrando justamente agora para que serve aquele monte de matéria básica que temos que fazer e passar para poder se formar…

    Sempre escuto um aluno de meio de curso se queixando de simulação, de mat lab., de phiton, física teórica!!! Afff então… Vamos lá Greca… Dá para a pref liderar um bom mapeamento aproveitando as iniciativas?

    Aí o cidadão comum não vai ficar espantado de ver e considerar bizarro as pessoas andarem sem. Máscara é os comerciantes atenderem sem máscara e o caminhão varrer uma rua limpa

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