O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) publicou nesta quinta-feira (17), numa rede social, que a notícia sobre grampo ilegal é um factóide ressuscitado no momento em que Lulinha está sendo investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento no escândalo do INSS.
Eis o texto postado pelo parlamentar paranaense:
“A reportagem apresentada como “furo” no UOL, de que eu teria, em 2005, grampeado ilegalmente o ex-Presidente do TCE/PR, primeiro, não é furo. A mesma jornalista havia dado idêntica matéria em 2023. Segundo,o fato ocorreu em 2005, há 20 anos, quando um criminoso colaborador, ladrão de consórcios, se dispôs a gravar seus interlocutores suspeitos de variados crimes em investigações derivadas do caso Banestado. O entendimento do STF na época era que a gravação feita pelo próprio interlocutor não demandava autorização judicial. Então um conselheiro do TCE foi gravado e é só, tudo com registro nos autos. Foi a única autoridade de foro então gravada e o áudio não foi utilizado para nada. Essa colaboração findou em 2005, sem qualquer relação com a Lava Jato. Estranhamente, esses factóides são ressuscitados no momento em que é revelado que Lulinha está sendo investigado pela PF por suspeita de envolvimento no escândalo do roubo do INSS. Estou na CPMI do INSS e defenderei, independentemente de intimidação ou de factoides. Que o fato seja investigado.”
