Meio Ambiente extingue bases de conservação de tartarugas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, subordinado ao Ministério do Meio Ambiente, de Ricardo Salles, extinguiu três bases avançadas do Projeto Tamar, de conservação de tartarugas marinhas, em Camaçari (BA), Parnamirim (RN) e Pirambu (SE). A informação é da revista Época.

A unidade de Sergipe foi a primeira unidade do Tamar no país, e estava desativada desde o fim do ano passado. O ICMBio formalizou a criação de uma nova base avançada do Tamar, em Salvador (BA).

A mesma portaria determina que as bases avançadas dos centros nacionais de pesquisa e conservação, o que não inclui somente o Tamar, seguirão ativas apenas se houver comprovação da necessidade de ações de pesquisa e conservação conduzidas durante todo o período do ano.

Essa necessidade deverá ser comprovada por meio dos projetos de pesquisa ou de conservação e de planos de trabalho, que precisam ser aprovados pela Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio.

O Ministério do Meio Ambiente enviou à revista Época uma nota em que confirma o fechamento das bases do Tamar, o que, segundo a pasta, já tinham proposta de encerramento de suas atividades desde o ano passado, por não contarem mais com servidores que realizassem as atividades. O objetivo com o fechamento seria a “melhor alocação de recursos com a consequente potencialização das atividades finalísticas desempenhadas na Conservação da Biodiversidade, cujas atividades estão atreladas aos projetos de pesquisa dispostos nos planos de trabalho específicos a cada uma delas”. A portaria teria o objetivo de atualizar os endereços dos centros de pesquisa e bases avançadas do ICMBIO.)

 

 

 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, subordinado ao Ministério do Meio Ambiente, de Ricardo Salles, extinguiu três bases avançadas do Projeto Tamar, de conservação de tartarugas marinhas, em Camaçari (BA), Parnamirim (RN) e Pirambu (SE). A informação é da revista Época.

A unidade de Sergipe foi a primeira unidade do Tamar no país, e estava desativada desde o fim do ano passado. O ICMBio formalizou a criação de uma nova base avançada do Tamar, em Salvador (BA).

A mesma portaria determina que as bases avançadas dos centros nacionais de pesquisa e conservação, o que não inclui somente o Tamar, seguirão ativas apenas se houver comprovação da necessidade de ações de pesquisa e conservação conduzidas durante todo o período do ano.

Essa necessidade deverá ser comprovada por meio dos projetos de pesquisa ou de conservação e de planos de trabalho, que precisam ser aprovados pela Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio.

O Ministério do Meio Ambiente enviou à revista Época uma nota em que confirma o fechamento das bases do Tamar, o que, segundo a pasta, já tinham proposta de encerramento de suas atividades desde o ano passado, por não contarem mais com servidores que realizassem as atividades. O objetivo com o fechamento seria a “melhor alocação de recursos com a consequente potencialização das atividades finalísticas desempenhadas na Conservação da Biodiversidade, cujas atividades estão atreladas aos projetos de pesquisa dispostos nos planos de trabalho específicos a cada uma delas”. A portaria teria o objetivo de atualizar os endereços dos centros de pesquisa e bases avançadas do ICMBIO.)

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui