General que prega golpe fala na ACP e gera revolta

(por Ruth Bolognese) – Associados tradicionais e com vocação democrática da Associação Comercial do Paraná (ACP) estão indignados com a palestra do general Antônio Hamilton Martins Mourão, conhecido como general Mourão. Ele defende a intervenção militar no país e foi convidado pela atual diretoria, comandada por Gláucio Geara, a falar nesta quarta-feira à noite na Casa.

A ACP informa, através de sua assessoria, que o número de participantes que confirmou presença lotou o auditório, mas muitos associados não vão comparecer ao evento.

Pela história conservadora, sim, mas democrata da associação mais antiga de Curitiba, abrir espaço para um general assumidamente defensor da intervenção militar gera, realmente, um problema para a atual diretoria.

E a lotação esgotada do auditório surpreende e choca muitos associados.

7 COMENTÁRIOS

  1. Já que ninguém até o momento acabou com a farra do ôba_ôba; quem sabe se uma forcinha extra dos militares não resolveria?
    A começar por exterminar Gilmar Mendes.

  2. Se o voto eletrônico fosse algo sério e tão seguro, acredito que os países de primeiro mundo já estariam com certeza , fazendo uso.
    O que se vê no Brasil, são políticos defendendo a manutenção desse voto…Por quê será????
    As FORÇAS ARMADAS ,deveriam sim, tomar conta desse nosso supremo e acabar com a carreira desse Gilmar Mendes. Eu não entendo, como um sujeito continue com poder pr cometer TAMANHOS ABSURDOS e ficar por isso mesmo.

  3. Pois eu, acho ótimo.
    Eleições nesse país é balela, tapeação.
    Se fosse minimamente sério, o voto seria impresso
    O voto, nem seria obrigatório, diga-me se de passagem.
    Não é nada democrático, obrigar as pessoas fazem algo por obrigação
    Tudo por aqui é mal disfarçado, na base da cara de pau
    Se fosse sério, essa constituição já teria caído e seria substituída por uma realmente “mãe”

  4. Um dos “defeitos” da democracia é permitir que gente como esse general porralouca tenha liberdade para atentar contra a ordem democrática. É um absurdo que se dê espaço para quem acha que pode mudar o país sem ter que recorrer a eleições e votos populares. A saída é Bolsonaro? Pode até ser, mas terá que ser pelo voto. Baionetas, nunca mais!!!

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