Gaeco suspeita que executivo de empresa seja operador de deputado federal

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Além da ação que cumpriu na manhã desta quarta-feira (16) mandados de busca e apreensão no escritório político do deputado federal e líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR) em Maringá, agentes do Gaeco também estiveram num endereço do empresário Delmo Sérgio Vilhena, em São Paulo.

Os investigadores do Ministério Público suspeitam que Vilhena seja um operador de Barros, com quem já foi visto em visitas ao governo do Paraná.

O empresário é diretor-executivo da Comanche Biocombustíveis, investigada pela criação de um fundo de investimentos que captou mais de R$ 45 milhões em prefeituras e fundos de previdência, como o Refer (de servidores da antiga Rede Ferroviária Federal) e o Cibrius (de servidores da Conab).

O Comanche FIDC captou os recursos com a justificativa de investir em duas usinas de etanol do grupo, mas o dinheiro teria sido desviado. A garantia para o suposto investimento foi um contrato de fornecimento com a BR Distribuidora, que também não teria sido cumprido.

Delmo Vilhena também é investigado por participação em suposta fraude na compra de usinas eólicas. (De O Antagonista).

 

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