A 1.ª edição do Jornal Estadual da RPC, apresentada ao meio-dia desta quarta-feira (6) concedeu espaço para o ex-governador Beto Richa se defender das acusações feitas contra ele na proposta de delação premiada do ex-diretor da Educação Maurício Fanini – o amigo que foi o mentor do desvio de R$ 20 milhões das verbas estaduais e federais que estavam destinadas à construção e reforma de escolas.
Beto repetiu o de sempre: foi ele quem, ao perceber a irregularidade na construção de um muro, mandou a polícia investigar e o resultado foi que se encontraram irregularidades muito maiores. Diante das revelações, mandou prender, arrebentar, processar, bloquear bens etc. de todos os envolvidos. Dentre eles o indivíduo a quem ele chama agora de “criminoso”, que conta mentiras para terceirizar as próprias culpas e enlamear a respeitabilidade de Richa e família.
Beto, porém, reconheceu que há muito tempo tinhas relações de amizade com Fanini – de quem foi colega de escola nos anos 1980 e de quem foi chefe em outros cargos que ocupou no início dos anos 2000 – mas nunca soube de nenhum desvio de conduta, de nenhum ruído, que pudesse empanar o conceito e a confiança que tinha pelo amigo.
“Fui traído!”, disse Beto, terceirizando genericamente a culpa por ter sido tão ingênuo ao perguntar: “E quem já não foi traído?”
Voltou a repetir que nunca autorizou ninguém a fazer arrecadações para suas campanhas, sempre minuciosas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. E que também não precisa de dinheiro alheio para fazer viagens com a família ou para ajudar filho a comprar apartamento.

O grande traidor foi ele mesmo. Traiu 76% dos eleitores curitibanos na reeleição para a prefeitura quando jurou “com documento registrado em cartório” (igualzinho ao outro traidor, o José Serra) que não deixaria o cargo antes do final da gestão. Fui um dos traídos. Nunca mais recebeu meu voto. Nem vai receber.
O grande traidor nesta história toda é o próprio. Traiu 76% dos eleitores curitibanos na reeleição para a prefeitura, quando jurou com “documento registrado em cartório” (imitando o outro grande traidor José Serra) que ficaria na prefeitura até o final do mandato. Nunca mais votei ou votarei nele.
Na verdade quem descobriu foi o Jaime Sunye e quando ele apresentou a descoberta ao entao governador, foi demitido!!! Sera que o ex-governador esqueceu este detalhe??
Faltou a repórter perguntar sobre o diretor do DER, quando perguntou de Ezequias, Denílson e Fanini. Diz que a colaboração desse Nelson é gigantesca.
No próximo capítulo, delação do DER, engenheiro leal. Aí o Pepe vai para a fita.
E se o irmão delata, o ex governador também dirá que nada sabia, e o irmão o traiu ??????
O INFERNO SÃO OS OUTROS !!!
Luiz Abi Guatemalteco
DEO mexicano Roldo
Ezequias Quequé hondurenho
Todos atrairam os problemas ou trairam a confiança ao serem flagrados?
Já está na hora da polícia e da justiça entrar em campo e mostrar ao povo do Paraná onde essa porcada toda torce o rabo. Ou não?
O crime de lavagem de dinheiro hoje é muito amplo, qualquer um que tenha realizado qualquer conduta para dar a aparência de licitude a dinheiro que tenha sido obtido de maneira ilícita pode ser enquadrado na conduta prevista.
Vamos supor… dinheiro vindo de aditivo fraudulento… vai para o comitê em espécie… para tornar lícito convocam-se diversos cargos comissionados a realizarem uma doação em cheque e retirar o valor em dinheiro no comitê.
Aparentemente na prestação de contas tudo aparece como doação legal. Mas na realidade ocorreu o primeiro crime ao fraudar o aditivo seja para qual fim for e, o segundo crime de lavagem de dinheiro cometido por todos os cargos comissionados, fora a formação de quadrilha ou organização criminosa dependendo do nível de complexidade, hierarquia.