Mesmo com a forte rejeição do Congresso Nacional, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está dando apoio público à criação de um imposto fededral sobre transações financeiras – parecido com a antiga CPMF –, como forma de compensar a redução nos impostos cobrados das empresas sobre a folha de pagamentos, medida que faz parte da proposta de reforma tributária vai enviar ao Congresso.
O jornal O Estado de S. Paulo informa que a Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos (CSTP), como foi batizado o novo imposto, deverá ter uma alíquota mais baixa, de 0,22%. A ideia é criar uma “conta investimento” para isentar a cobrança da nova contribuição de aplicações na Bolsa, renda fixa e poupança, principalmente.
Atualmente, a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos é de 20%. Pelos cálculos da área econômica, a alíquota sobre a folha de pagamento cairia para um patamar entre 11% e 12%. A proposta é ir subindo com a desoneração em escadinha até desonerar 100% da folha. O objetivo do governo é que a medida estimule a geração de empregos formais com a diminuição dos encargos sobre a folha.
A criação da nova CSTP faz parte da proposta de reforma tributária que o governo está em fase de simulações para enviar ao Congresso. “Se for baixinho, não distorce tanto (a economia), mas essa vai ser uma opção também da classe política”, disse o ministro Guedes dias atrás depois de reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Fora Bolsonaro e seus doidos
Passou da hora de cortar a cabeça deste ministro e seus asseclas. Bolsonaro é uma marionete sem pé sem cabeça quer o mignon dos espólios. Já ficou comprovado que este maldito imposto como muitos outros são aberrações alavancam a pobreza. O consumidor final paga o rico sonega, alem do efeito inflacionário.
O povo temos de reagir , vejam os spreads bancarios sobre empréstimos e financiamentos . tem de combater os verdadeiros chacais.
Estas medidas são o ingredientes necessarios para restabelecer a oposição no poder.
Como podemos ser competitivos internacionalmente. Empresas fecharão para reabrirem no paraguai.