Educação desmente que aulas presenciais voltariam em 17 de agosto

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A secretaria estadual da Educação diz ser falsa a informação de que as aulas presenciais no Paraná seriam retomadas a partir de 17 de agosto. Nota divulgada esta tarde (7) esclarece que ainda não há data definida para o retorno.

A secretaria alerta que qualquer definição de retorno será informada pelos canais oficiais da Educação: o site http://www.educacao.pr.gov.br e as redes sociais oficiais da Seed (Facebook e Instagram).

Nas últimas semanas foi oficializado um comitê de retorno das aulas presenciais no pós-pandemia. Além da secretaria da Educação e da Casa Civil, estão envolvidas as secretarias da Saúde e do Planejamento, representantes de escolas particulares e professores.

O comitê tem o objetivo de estabelecer um unificado de retorno das aulas presenciais em todo o estado. Só com este plano definido e a partir do monitoramento da pandemia feito pela secretaria da Saúde é que a data de retorno presencial será definida.

O diretor-geral da Secretaria da Educação, Gláucio Dias, explica que a intenção do comitê, além de trazer segurança aos paranaenses, é justamente evitar especulações e trazer informações precisas sobre a volta das aulas presenciais.

“Antes de definirmos data, vamos definir como faremos a volta. Isso passa por questões como a gestão de pessoal, com a preocupação de não expor ninguém, em especial do grupo de risco”, destacou o diretor.

“Queremos trazer segurança para as famílias paranaenses, e isso se faz com planejamento sério e informação. Este é o momento crítico da doença. Estamos acompanhando de perto o trabalho feito pela secretaria da Saúde e só voltaremos quando pudermos garantir a segurança de todos, dos alunos, dos pais e mães e também dos professores e servidores da Educação”, finalizou.

1 comentário em “Educação desmente que aulas presenciais voltariam em 17 de agosto”

  1. Para aqueles que postaram a notícia fica o alerta, uma pesquisa na Espanha com 61000 casos analisados concluiu que a imunidade de rebanho é cientificamente inaplicável, pois naquele país somente 5% da população indicaram imunidade.

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