Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, ao qual a Comissão é vinculada, o atestado de óbito foi emitido pela Comissão e está “em trâmite o encaminhamento de petição da família ao cartório”. “Caso o assento seja retificado até a data de 26 de agosto de 2019, a Comissão planeja entregar a Certidão à família nesta data, na cidade de Recife/PE”, diz a nota da assessoria de imprensa da pasta.
No atestado de óbito, também consta que Fernando Santa Cruz morreu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro. “Conforme reconhecido às páginas 1.601/1.607, do Volume III, do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, instituída pela Lei nº 12.528, de 18 de novembro de 2011, faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro/RJ, em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política ao regime ditatorial de 1964 a 1985”, diz o documento.
O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos também reforça que “Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira foi reconhecido como desaparecido político no ato de publicação da Lei 9.140, de 04 de dezembro de 1995, em seu Anexo I, linha 41” e que “sua família foi indenizada por meio do Decreto 2.081 de 26 de novembro de 1996”. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo).

A questão pode ser, na cabeça desse doente mental: não fale muito para não ter a mesma sorte que seu pai teve…? Depois que soltou mais uma de suas insanidades, alguém deve ter advertido ele… dai veio com aquela estorinha de que os “companheiros” que mataram… No dia seguinte, como de praxe, foi desmentido. Esse cara é o maior retardado que já pisou no Planalto, pior é que ele fala o que muitos querem ouvir ele falar! E os que apoiam sua insanidade não caberiam em todos os estádios de futebol do Brasil. O povo realmente tem os governantes que merecem! Afundam na própria ignorância.
Traduzindo: Mais uma vez se prova a incapacidade do Recruta Zero formular um pensamento que não acabe em asneira grossa, resvalando sempre no fascismo