Com rompimento do PL, Ratinho Junior deve indicar dois nomes para o Senado

Caso se confirme o rompimento do Partido Liberal (PL) com Ratinho Junior, anunciado na manhã desta quarta-feira (18) em Brasília pelo partido de Flávio Bolsonaro, o governador terá pela frente mais uma dura tarefa assim que voltar de missão oficial à Europa: a escolha dos dois nomes do seu partido para o Senado. A outra tarefa, como se sabe, é a indicação do seu candidato ao Palácio Iguaçu.

Antes de viajar à Europa, o governador tinha de definir apenas um nome, já que o outro a receber o seu apoio seria o deputado federal Filipe Barros, do PL, segundo acordo estabelecido em 2024. Mas agora, com o rompimento, o acordo ruiu. Cabe a Ratinho Junior, portanto, fazer a indicação dos dois nomes do seu partido ou de siglas aliadas.

Comenta-se nos meios políticos no Centro Cívico, em Curitiba, que o partido de Ratinho Junior deixaria as vagas para quem ficar de fora da indicação ao Palácio Iguaçu. A negociação, todavia, não é fácil. O deputado Alexandre Curi e os secretários Guto Silva e Rafael Greca disputam exatamente essa indicação. E até o momento não há acordo entre eles nesse sentido, ou seja: dois deles seriam pré-candidatos ao Senado.

Mas também há os que dizem que uma das vagas estaria reservada para o ex-senador Alvaro Dias, agora no MDB, partido da base de Ratinho Junior na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

E há, ainda, os que admitem que o próprio Ratinho Junior poderá se lançar para o Senado caso não seja o indicado do PDS para disputar a presidência da República. O próprio governador já afastou tal hipótese, mas as circunstâncias poderão levá-lo à nova reflexão.

 

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