Caso Beto Richa causa crise e exoneração na PGR

A decisão do STJ de mandar o juiz Sergio Moro largar mão do inquérito que aponta Beto Richa como beneficiário de propinas da Odebrecht e enviá-lo aos cuidados da Justiça Eleitoral abriu uma crise interna na Procuradoria Geral da República (PGR), em Brasília.

Quando consultado pelo STJ, o vice-procurador-geral da PGR Luciano Maia fez sustentação oral defendendo a transferência de jurisdição do inquérito para a Justiça Eleitoral em primeira instância. Sua atitude contrariou o entendimento que já estava consolidado dentro da própria PGR, segundo o qual a competência para conduzir o processo seria do juiz federal criminal Sergio Moro.

A repentina e mal explicada mudança de opinião de Luciano Maia gerou revolta e até mesmo o pedido de exoneração do procurador auxiliar Alexandre Bravo Barbosa.

A argumentação inicial da PGR era a de que se constituíam em crimes comuns (corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitação) os fatos apurados pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal. As investigações reuniram provas documentais testemunhais, além de gravações, de que a Odebrecht pagou R$ 2,5 milhões para vencer a licitação para duplicação da PR-323, em 2014.

Logo, não se tratava de assunto a ser julgado pela Justiça Eleitoral como se fosse mais um mero caso de caixa 2, mas pela justiça criminal comum. O procurador Alexandre Barbosa se revoltou com a mudança de opinião de seu chefe e pediu exoneração, já publicada no Diário Oficial desta terça-feira (26).

2 COMENTÁRIOS

  1. Tirou as palavras da minha boca. Quanta ceninha….esses piá pançudo do judiciário afff… decerto a mãe levava Nescau na cama até os 23 .. esse processo não é nada sobre um colete de 54 mil que o Lula ganhou …pq daí se fosse já ia se por a postos correndo a seguir a cadeia de produção da lã do colete até chegar na ovelha, que seria arrolada no processo por algum favorecimento ilícito em troca da doação de matéria prima blá blá blá…. ia forcar uma delação premiada ou seria a ovelha assada na festa de campo Alegre….ahahahah ….e o restante já sabemos como acaba!!!

  2. Briga fake. Mais uma simulação visando embolar tudo e retardar o processo até que prescreva. Afinal, trata-se de um tucano. E como todos sabem, tucanos não vêm ao caso.

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