O argentino Juan Grabois, assessor do papa Francisco para assuntos de Justiça e Paz, foi proibido pela Justiça do Paraná de visitar o ex-presidente Lula. A alegação foi de que Grabois não é religioso.
O argentino deixou um rosário de presente que, segundo ele, foi enviado pelo Papa a Lula. Meio estranho, assim como a afirmação de que a negação da visita caracteriza a perseguição politica: “Pela doutrina católica, somos todos religiosos e missionários”, explicou, o que justificaria a visita dos 60% de brasileiros que se dizem católicos e que poderiam ser incluídos na categoria de “religiosos e missionários”.
Jovem e barbudo, o assessor do Papa lembra muito os petistas dos velhos tempos. Na Argentina, é um líder sindicalista ligado aos ex-presidentes de má-fama Kirchner (o casal Néstgor e Cristina) e muito criticado no governo Mauricio Macri e pela imprensa.
A CNBB desmentiu a história do terço supostamente presenteado pelo papa; a entidade teria sido avisada se isto fosse verdade. Já a Polícia Federal não registrou a entrega de nenhum presente que o Grabois diz ter deixado lá.
A dúvida é se Jorge Mário Bergoglio aparecer pessoalmente para visitar Lula terá autorização ou não para entrar na cela da Polícia Federal.

Nossa mas que artigo preconceituoso. O que diz a lei sobre visitas? Agora a pessoa tem ser assim ou assado. Afe.
Que ridículo. Deviam deixar ele visitar sim, um erro diplomático. Que falta faz bons técnicos a um país
“… o que justificaria a visita dos 60% de brasileiros que se dizem católicos e que poderiam ser incluídos na categoria de “religiosos e missionários”. Argumento perfeito!