A estimativa de janeiro de 2026 para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 342,7 milhões de toneladas, 1,0% menor (ou menos 3,4 milhões de toneladas) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), com crescimento de 0,8% (ou mais 2,8 milhões de toneladas) à estimativa de dezembro de 2025.
| Estimativa de Janeiro/2026 | 342,7 milhões de toneladas |
| Variação Janeiro 2026/Dezembro 2025 | (0,8%) +2,8 milhões de toneladas |
| Variação safra 2026/safra 2025 | (-1,0%) -3,4 milhões de toneladas |
A área a ser colhida foi de 82,7 milhões de hectares, com aumento de 1,4% (ou 1,1 milhão de hectares) frente a 2025. Frente à estimativa de dezembro, a área a ser colhida foi de 0,0% (queda de 27 452 hectares).
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 172,5 milhões de toneladas.
Quanto ao milho, a estimativa foi de 133,8 milhões de toneladas (28,6 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 105,2 milhões de toneladas de milho na 2ª safra).
A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,7 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa de produção foi de 7,7 milhões de toneladas. A produção do algodão herbáceo (em caroço) foi estimada em 8,8 milhões de toneladas; e a do sorgo em 4,6 milhões de toneladas.
No que se refere à produção, frente a 2025, ocorrem acréscimos de 3,9% para a soja e de 0,9% para o feijão. E ocorrem decréscimos de 11,0% para o algodão herbáceo (em caroço); de 7,9% para o arroz em casca; de 5,6% para o milho (crescimento de 11,3% para o milho 1ª safra e declínio de 9,3% para o milho 2ª safra); de 13,9% para o sorgo e de 1,0% para o trigo.
Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 0,5% na da soja; de 2,2% na do milho (aumentos de 9,3% no milho 1ª safra e de 0,5% no milho 2ª safra) e de 0,9% na do trigo. Houve reduções de 6,2% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço); de 5,9% na do arroz em casca; de 1,4% na do feijão e de 2,9% na do sorgo.
